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==> In-Memory Database Driver ==> IP Driver ==> Dinamic File Driver
In-Memory Database Driver

O Memory driver da SoftVelocity é uma nova tecnologia de driver de arquivo que não utiliza tabelas físicas para trabalhar com dados. Isto é feito baseado na memória RAM, tecnologia conhecida como IMDO (In-Memory Database Driver). Todos os dados são armazenados na memória RAM (Random Access Memory) os quais garantem ao driver um número único de propriedades.

• Altíssima Performance. Uma vez os dados carregados na tabela MEMÓRIA tanto na inicialização do programa como pelas solicitações de demanda, todos os acessos serão virtualmente instantâneos

• Você fica limitado somente pela capacidade de memória de suas máquinas. Você pode usar VIEWs para popular tabelas MEMÓRIA, você pode criar VIEWs com múltiplas tabelas MEMÓRIA, você pode ainda armazenar e trabalhar uma quantidade significativa de hierarquia de dados.

• O MEMORY driver tem uma interface padrão de driver de arquivo,você pode usar tabelas MEMÓRIA com qualquer entidade Clarion ou template que trabalhe com arquivos (Browse, FileDrop, Report, etc.).

• Tabelas MEMÓRIA suportam agregação de todos os tipos de driver de dados.

• O programador pode alocar dinamicamente tabelas MEMÓRIA para os dados usados com fequência , enquanto deixa que partes da base de dados não tão utilizadas sejam armazenadas em disco.

• Tabelas MEMÓRIA fornecem alta exclusividade no acesso aos dados. Armazenando dados em tabelas MEMÓRIA você pode ter certeza de que as informações estão seguras e com privacidade.

• Se dois programas rodarem simultâneamente no mesmo computador cada um terá sua própria cópia de dados (áreas de memória diferentes).

• Isto é especialmente utilizado em aplicações WEB. Todos os dados são armazenados e serão automaticamente destruídos quando a aplicação é encerrada. Você nunca precisará deletar arquivos temporários.

• Os arquivos de MEMÓRIA são recriados cada vez que a aplicação é executada, você não precisa converter tabelas MEMÓRIA depois que altera a estrutura do registro do seu arquivo físico .

• Tabelas “Global” podem ser usadas como lookup , diferente de queues globais, você não precisa escrever código para sincronizar o acesso as threads, porque a sincronização é construída dentro do driver.

• Acesso instantâneo aos drivers , mesmo quando a chave de oredenação é alterada ou filtros aplicados.

• Assim como a estrutura ALIAS , o MEMORY driver pode emular a estrutura de qualquer arquivo definido no dicionário, diferente do ALIAS, este pode ser modificado com inclusão de novos campos e índices sem a necessidade de conversão.

• Você pode utilizar os comandos padrões de processamento de arquivos para acessar e alterar tabelas MEMÓRIA, o mesmo que você faz com outros formatos de arquivos.

Aqui estão algumas tarefas que podem ser feitas com MEMORY driver.

• Use-o ao invés de uma Queue Global. Você pode acessá-lo usando os comandos padrões de arquivos Clarion. Threads seguras sem a necessidade de sincronização.

• Use-o para as areas críticas de acesso aos dados da sua aplicação, onde seus usuários perdem mais tempo.

• Use-o como tabela temporária para relacionamentos Pai-Filho onde o usuário final faz todas as alterações nos registros filhos na tabela MEMÓRIA. Por exemplo um novo pedido de itens pode ser adicionado ou alterado, e somente quando o pedido é realmente gravado, ele irá escrever todos os registros filhos para o arquivo físico em uma simples transação.

• Use-o como buffer para receber resultados de pesquisa SQL.

Depois de você ter recebido o resultado de volta para a tabela MEMÓRIA você pode , reordenar, filtrar, realizar requisições QBE/QBF utilizando as ferramentas do Browse Box, sem qualquer acesso adicional ao SQL server.Isto reduz tramaticamente o tráfico na rede, e libera os recursos do servidor o mais rápido possível.

• O uso de MEMORY driver permite que você minimize o número de chaves e índices de arquivos em suas tabelas físicas. Por exemplo se você faz um acesso raramente a relatório que utiliza um índice especial você pode declarar este índice na tabela MEMÓRIA e não na tabela física. Desta forma você pode reduzir a requisições ao banco de dados e diminuir a operações de I/O.

• Elimina a conversão física de tabelas quando você necessita adicionar uma nova chave ou índice para o Relatório ou Browse.

• Você pode construir sua tabela MEMÓRIA utilizando vários formatos de tabelas de dados. Por exemplo, você pode carregar a tabela a partir de um mainframe e combinar isto com especificações de arquivos locais.

• O MEMORY driver lê e grava dados armazenados na memória do programa. Uma cópia dos dados é compartilhada por todos os arquivos de MEMÓRIA que tem o mesmo nome. Se o nome não é especificado, então o label do arquivo é usado para encontrar o dado a ser usado.

 
Clarion IP Data Driver and Server

Este produto trabalha em duas partes; um componente que fica no "lado-servidor" recebendo as requisições de dados do "lado-cliente" versão (com ou sem suporte SSL). O servidor pode ser instalado no W98/ME, Windows 2000 ou XP. IP Driver no lado cliente opera como um driver de arquivo Clarion, diferente de outros drives, este não utiliza estruturas físicas de arquivos para armazenar dados. Todos os dados são transmitidos, do servidor de aplicações,onde os arquivos são acessados. Você pode usar bibliotecas em tempo de execução, para qualquer tipo de driver, tanto em janelas MDI, SDI ou uma mistura de ambas. Isto também caracteriza uma aplicação Java-baseadas em uma aplicação de administração remota. Os componentes de administração permitem a você dar um Shutdown no Servidor, Registrar/Desregistrar DLLs, monitorar conecções, especificar usuários e direitos em tabelas e muito mais.
 
Dynamic File Driver

O Dynamic File Driver (DFD) fornece aos desenvolvedores uma interface para definir estruturas de arquivo on-the-fly em tempo de execução. As estruturas de aquivos podem ser definidas por qualquer sistemas de arquivo suportado (ISAM ou SQL)usando a sintaxe da propriedade. Se o driver é um driver SQL também é possível usar PROP:SQL para criar a definição do arquivo. Você pode usar o comando SELECT ou chamar do "lado-servidor" uma stored procedure que retorna o resultado para definir a estrutura do arquivo.

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